TENHO UM POUCO DE FÉ,
TENHO UM POUCO DE ESPERANÇA,
TENHO UM POUCO DE PERCEPÇÃO,
TENHO UM POUCO DE PACIÊNCIA E SABEDORIA,
TENHO VISÃO PRA VER UM POUCO DO QUE RESTA,
TENHO QUE IR, VOU NESSA...
SOU A PALAVRA EM MOVIMENTO, CIRCULO EM TORNO DE MIM E DO QUE
ME ME RODEIA, BEBO DOS OUTROS O QUE ACREDITO SER EU MESMO OU O QUE ME COMPLETA. METAFORMOSEIO. EXPERIMENTO SEM CAUTELA.
Laercio Nicolau.
sábado, 27 de novembro de 2010
...Corpo e mente: Sãos adoecem... Laercio Nicolau
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
...Se não
fosse o amor esse naufrágio, Saberia sair da mesma forma que entrei, com todos
os pedaços. Intacto.
... MARUJO AO MAR ME BANHO E ME PERCO NESSE AZUL ESVERDEADO, ME PONHO E TEÇO UM CAMINHO SEM VOLTA... AMAR... AO MAR PROFUNDO... AO FUNDO SEM FUNDO... AO MAR URJO...
Laercio Nicolau
O AMOR E O ÓDIO SÃO IRMÃOS POR SEREM FILHOS DO MESMO PAI E DA MESMA MÃE. HUMANO: MENTE E CORAÇÃO.
Nesse pequeno universo de aspirações e conspirações. Busco um novo mundo, no caos das coisas, nas imagens em extermínio, na passagem do tempo, no que não mais há de ser.
Laercio Nicolau
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Nessa viagem onde sou a mão e a guia, cumpro minhas rotas sem pensar no que pensam. Se nesta noite a lua não brilha vagalumes me compensam...
...Sopro o vento de mim e assim te vejo, poeira impregnada. Nessa casa sem luz, cor e som busco o que me resta. Ao encontrar teu colo me abrigo, tudo em mim se cala, trago um coração aflito, trago minha alma cansada e vivo risonho triste, perpétuo nesta sala., neste fogo que me acalma...Vidas amontoadas.
Laercio Nicolau
Por vezes sou a ferida exposta, o sangue que jorra. Noutras sou a faca que a carne implora.
...DENTRO DA CIDADE REVÔLTA E TURBULENTA PARO E ESPIO PRA DENTRO DE MIM MESMO. SOU EU A PRÓPRIA CIDADE, SOU A MANHÃ CINZA E BARULHENTA...HOMEM AO TRABALHO.
BAR REFÚGIO DOS BÊBADOS,DOS SEM ALMA, POETAS E AMANTES, AS COISAS CORREM AO SEU LENTO TEMPO E NUNCA PARAM. HÁ NÃO SER PARA MUDAR O LADO DO DISCO, OUTRO ALENTO...
Quando eles se abraçaram naquela cidade, forasteiros, era como se num instante eles fossem a própria cidade, as ruas, as veias, o fluxo, o sangue. Ela toda imersa naquele ínfimo espaço. Cidade que dissipa e segue seu ritmo na frouxidão daqueles braços...